Domingo, 7 de Maio de 2006
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Olá,este é meu post escrito por mim.Pedi a minha mãe para arranjar o meu blog e estou muito feliz.Ontem foi o meu aniversário e recebi muitos presentes e o meu pai deu um jogo para a playstation2 e a minha mãe deu lápis de cor e os bonecos do action man e são três.O meu pai e a minha avó deu dinheiro para o meu mealheiro. Na minha escola fiz um ramo de flores e um postal para o dia da mãe.Gosto muito de fazer desenhos,vejam.

sinto-me:
Sábado, 6 de Maio de 2006
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Estou voltando...
Terça-feira, 28 de Fevereiro de 2006
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Olá amiguinhos!!Pois é, lá se foi o carnaval e com ele minhas férias também.O carnaval foi muito divertido, nos dias 23 e 24 tive festinha lá na minha escolinha e que divertido que foi.No dia 23 vesti meu fato de ninja e fizemos muitas atividades, no dia 24 desfilamos pelas ruas do meu bairro e foi muito divertido,minha classe vestiu o tema "Pinóquio" e eu me vesti de baleia, azulinha e feita de espuma.Meus pápás acompanharam todo o percurso do desfile, sempre de olho em mim, ainda não compreendem que já sou um homem...coisas de pápás mesmo!No final todos nos divertimos muito.Os outros dias foram para brincar muito e estar na companhia da mãmã e do pápá.Foram dias para acordar mais tarde e também de dormir mais tarde.Mas o que é bom dura pouco e dia 02 retorno à minha rotina e acordar as 8:00hs da manhã, o que por acaso não gosto nada.Aqui continua frio embora os dias estejam com o céu limpinho, como ainda é inverno o sol não aquece, só enfeita o céu.
Quero agradecer todas as visitinhas que tenho recebido, fico sempre muito contente com os comentários que recebo, normalmente a mãmã ajuda-me a ler, por que ainda demoro um pouco, mas reconheço todos os meus amigos e gosto muito de todos vocês.Estou sempre pedindo a mãmã para ver se está tudo em ordem por aqui, só tenho pena não poder estar por aqui mais vezes, mas tenho a escolinha e não posso me descuidar.
Muito obrigado ao Alma Guerreira por este prémio fantástico.

Domingo, 19 de Fevereiro de 2006
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Olá amiguinhos!!Faz muito tempo que não vinha cuidar do meu bloguinho.Realmente estou muito ocupado com a escolinha e também tem aquelas vezes em que fico de castigo como hoje.Enquanto não tivesse meu quarto arrumado, não pude ver TV nem jogar PS2, muito menos vir para o computador.Mas depois de muito trabalho, consegui arrumar o meu quarto e cá estou eu.
O carnaval está a chegar e vamos fazer uma festinha lá na minha escolinha, vai ser muito divertido e já começamos a preparar tudo.Ainda não sei se os pais participarão da festa, depende do tempo, é que aqui está frio e se chover as coisas complicam um pouco.Se chover a festa é só para os alunos.
Bom...pedi a minha mãmã para colocar um texto bem fixe para ajudar outros pais.por isso, leiam...
Como conseguir que o seu filho adquira confiança e segurança em si próprio
As crianças necessitam destas duas qualidades para poderem enfrentar as dificuldades e desafios que a vida apresenta.
Quantas vezes nós, mamãs, nos interrogamos se os nossos filhos estarão preparados para enfrentar as circunstâncias complexas da vida, e se adquiriram suficientes recursos para se defenderem em situações de mudança
Poderá adaptar-se à nova escola?, Passará no exame?, Vencerá algum dia essa timidez?, Conseguirá construir um futuro sólido?.
É claro que nós, como pais, não somos alheios ao modo como eles resolvem estas e outras situações, que sem dúvida se encontram directamente relacionadas com o modelo de educação de cada família, com as capacidades próprias de cada criança e com as características da abordagem pedagógica.
A verdade é que podemos intervir em pelo menos dois destes factores, e que da qualidade das nossas intervenções também dependerá a estruturação de personalidade que a criança irá desenvolver.
Encontro e comunicação Comecemos então por analisar o modo como acompanhamos o desenvolvimento dos nossos filhos, não como uma maneira de descartar ou de criticar o modo como o fazemos, mas para valorizar o papel de pais e articular estratégias úteis no momento de enfrentar os problemas que se colocam diariamente na educação.
Porque a confiança e a segurança que uma criança tem em si própria é construída a partir de situações reais, conflitos e desafios que no decorrer de cada dia se vão apresentando. Mas, como podemos ajudá-los para que as suas respostas e decisões sejam as mais adequadas? Desde logo, nada conseguiremos se escolhermos por eles.
A modalidade invasora não parece ser a mais oportuna. Por outro lado, à medida que as crianças crescem, devem a pouco e pouco distanciar-se saudavelmente dos seus papás, para progressivamente integrarem-se e desenvolverem-se no mundo dos adultos.
E depois? O objectivo está em possibilitar que a auto-estima se instale progressivamente durante a primeira infância, ultrapassando os momentos de intercâmbios e de relacionamentos (que definitivamente são sinónimos de encontro e de comunicação).
O papel do adulto Durante os primeiros anos de vida, instalam-se as matrizes do afecto e da aprendizagem, e para potenciar essas etapas de construção e consolidação da sua personalidade, é importante apoiar, suster e reforçar a criança no seu futuro quotidiano.
E como? Atendendo às suas necessidades com prontidão, e fazendo-a sentir que pode recorrer a um adulto de confiança face a uma situação angustiante, oferecendo-lhe o nosso apoio, o nosso colo, as palavras consoladoras, o peito perante a fome, a carícia perante o arranhão, o entusiasmo para enfrentar uma situação que lhe exija muito esforço físico ou mental, a mão no ombro
Estes são os elementos carinhosos que a ajudarão.
Se, como adultos, lhe falharmos nestes aspectos, semearemos a desconfiança, a insegurança e a desmotivação. Contribuiremos para instalar na sua mente sensações e percepções confusas que farão danos nas suas potencialidades e a deixarão em desvantagem face a outras.
O apoio familiar Nos primeiros anos as crianças são mais maleáveis e mais permeáveis às mudanças. Por isso, a vulnerabilidade da sua estrutura psíquica leva-nos a reflectir sobre o mundo das crianças e no impacto que os nossos actos e palavras lhes podem promover. Como podem ser destruídas pelo abandono e pelo desamparo e como podem ser ajudadas e amorosamente apoiadas física e psiquicamente.
Por isso, pensemos na importância que tem uma palavra adequada num momento de desentendimento, ansiedade, perante situações novas ou de surpresa.
Uma criança que pode recorrer primeiro ao amparo e à segurança corporal dos seus pais ou da pessoa que cumpre a função materna, e mais tarde consegue tornar-se independente e a pouco e pouco utilizar os seus próprios recursos, é uma criança segura que depressa se tornará num adulto satisfeito e feliz.
Limites bem colocados Favorecer o sentimento de segurança e confiança nela própria não quer dizer que se deva apoiar tudo o que faz, mesmo que esteja errado. Poder conhecer os seus limites e os alheios é benéfico para a construção da sua personalidade.
Lembre-se que uma criança tem uma grande necessidade de aprender, e assim como a protegemos dos possíveis riscos físicos, também devemos protegê-la da eventualidade de não encontrar determinadas barreiras e limitações que definam e que contenham as suas emoções, as suas angústias e ansiedades.
Podemos começar por lhes fortalecer desde muito pequenas a sensação de que são capazes de realizar muitas coisas que aparentemente não nos parecem importantes mas que para as crianças são valiosas. Por exemplo, quando identificamos o choro de um bebé adequadamente, sabemos que tem fome e damos-lhe o peito ou o biberão, ou então porque tem cólicas, movimentamos as suas pernitas ou fazemos-lhe uma massagem na barriguinha.
Quando lhe permitimos escolher entre dois objectos em vez de lhe impor um, ela fica a saber que também pode tomar decisões. Ou ao escutá-la e valorizar os seus trabalhos - desenhos, canções, as suas criações em barro ou plasticina, a sua ajuda para pôr a mesa ou arrumar os seus brinquedos - isso propicia a sua segurança e independência.
Lembre-se que é importante fazer os possíveis para que o seu pequenito se sinta activo, participante, reconhecido nas suas capacidades e por isso, seguro de si próprio. Tudo o que conseguirem, por mais pequeno que nos pareça, provocará neles a confiança e a alegria do êxito alcançado.
E embora às vezes nos impacientemos quando os nossos filhos demoram a concretizar uma acção quotidiana, é fundamental que respeitemos os seus ritmos.
Vestir a roupa sozinho e sem ajuda implica um enorme processo
Para facilitá-lo, é boa ideia preparar dois conjuntos, de maneira que ele possa optar, evitando o desanimador O que é que vestiste?, cada vez que a escolha nos pareça de mau gosto, e assim perder o mérito de tê-lo conseguido fazer sem a nossa ajuda.
É evidente que esta situação pode estender-se a outras circunstâncias e aprendizagens. Que a criança consiga sentir-se útil, considerada como um ser pensador e sensível, depende em parte do nosso papel como pais.
Estimulá-la e apoiá-la nos seus progressos são condições fundamentais para fortalecer os sentimentos de confiança e de segurança em si própria
uma herança essencial para a longo caminho da vida.
Fonte:
http://bebe.sapo.pt/Xz663/616930.html
Segunda-feira, 30 de Janeiro de 2006
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Olá amigos!Pois é, tenho estado meio sumido não é mesmo?É que a escolinha toma todo o meu tempo, além das aulas, quando chego à casa tenho de fazer meus trabalinhos de casa, tomar um banho bem quentinho, jantar e me agasalhar, por que o frio está cerrado.Tenho de deitar cedinho por que no outro dia tenho de levantar cedo.Mas sempre que dá um tempinho, minha mãmã ajuda-me a ler os comentários e fazer minhas visitinhas.
Este domingo foi muito diferente aqui em Lisboa, caiu neve!!Foi muito divertido, fiquei muito eufórico e me diverti muito com a minha mãmã.Infelizmente durou pouco tempo, mas mesmo assim foi uma festa.Já tinha visto neve mas só no chão, não sabia como era ao cair do céu.Achei parecido com algodão doce!!Bom, boa semaninha amigos.

Pedi a mãmã para colocar esta fotinha, gosto muito dela.Foi em uma das vezes que fomos à neve e foi muito divertido.
E a neve caiu sobre Lisboa, 50 anos depois
Foi preciso mais de meio século para a história se repetir. Mas aconteceu. Quando de um pouco de todo o País chegavam relatos de uma manhã pintada de branco, também Lisboa saía ontem à rua para ver... nevar. Os flocos, que nalguns locais, como Évora, até deram para construir bonecos de neve, maravilharam os portugueses de norte a sul e fizeram disparar as chamadas de telemóveis. Mas provocaram também problemas, como corte de estradas.
Eram 15.00 quando o mercúrio dos termómetros trocou as voltas aos meteorologistas e desceu ao meio grau em Lisboa - muito abaixo dos quatro graus previstos. Os aguaceiros, que durante a noite de sábado fustigaram a capital, transformaram-se à tarde em flocos de neve e foram poucos os alfacinhas que resistiram a desafiar o vento gélido e ir à rua espreitar o fenómeno.
O espectáculo, que não durou mais do que uma hora, não foi suficiente para cobrir de branco o chão da capital, mas chegou para fazer história. Afinal, a última vez que nevou em Lisboa foi em 1954. Antes disso, só dez anos antes, no Natal.
Fonte:
http://dn.sapo.pt/
Segunda-feira, 16 de Janeiro de 2006
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Olá amigos!!Desculpem não vir aqui mais vezes, só que tenho escolinha e minha mãmã não me deixa vir para o computador sem que acabe minhas tarefas da escola.Além disso tenho de acordar bem cedinho...Mas estou informado de tudo e quando venho à casa para almoçar pergunto tudo a minha mãmã, quero saber das minhas visitinhas e de amigos queridos que tenho aqui.Bom, aqui em Lisboa está um frio de rachar, minha mãmã parece uma múmia, hahahahaha, veste um monte de roupa.Eu não sou muito friorento, minha mãmã diz que é por que eu tenho um pitoco na bunda e não paro nem um pouquinho.Nas horas vagas, além do bloguinho, gosto muito de jogar Eye Toy, é um jogo muito divertido.
Pedi a minha mãmã para colocar muitas informações aqui e como estou a aprender a escrever, também vamos postar um poema da Cecília Meireles.Vou indo por que amanhã é dia de acordar cedo e com esse frio não dá vontade nenhuma de levantar, minha sorte é ter a escolinha aqui pertinho.Bay bay!!

Dez Direitos Naturais das Crianças"
1. Direito ao ócio: Todas as crianças têm o direito a viver momentos de tempo não programado pelos adultos.
2. Direito a sujar-se: Todas as crianças têm o direito a brincar com a terra, a areia, a água, a lama, as pedras.
3. Direito aos sentidos: Todas as crianças têm o direito a sentir os gostos e os perfumes oferecidos pela natureza.
4. Direito ao diálogo: Todas as crianças têm o direito a falar sem serem interrompidas, a ser levada a sério nas suas ideias, a ter explicações para as suas dúvidas e a escutar uma fala mansa, sem gritos.
5. Direito ao uso das mãos: Todas as crianças têm o direito a pregar pregos, a cortar e raspar madeira, a lixar, colar, modelar o barro, amarrar barbantes e cordas, a acender o fogo.
6. Direito a um bom início: Todas as crianças têm o direito a comer alimentos sãos desde o nascimento, a beber água limpa e a respirar ar puro.
7. Direito à rua: Todas as crianças têm o direito a brincar na rua e na praça e a andar livremente pelos caminhos, sem medo de ser atropelada por motoristas que pensam que as vias lhes pertencem.
8. Direito à natureza selvagem: Todas as crianças têm o direito a construir uma cabana nos bosques, de ter um arbusto onde se esconder e árvores às quais subir.
9. Direito ao silêncio: Todas as crianças têm o direito a escutar o rumor do vento, o canto dos pássaros, o murmúrio das águas.
10. Direito à poesia: Todas as crianças têm o direito a ver o sol nascer e se pôr e a ver as estrelas e a lua.
"Todo o adulto tem o direito de ser criança..."
(Rubem Alves)
Ou Isto ou AquiloOu se tem chuva e não se tem sol
ou se tem sol e não se tem chuva!
Ou se calça a luva e não se põe o anel,
ou se põe o anel e não se calça a luva!
Quem sobe nos ares não fica no chão,
quem fica no chão não sobe nos ares.
É uma grande pena que não se possa
estar ao mesmo tempo em dois lugares!
Ou guardo o dinheiro e não compro o doce,
ou compro o doce e gasto o dinheiro.
Ou isto ou aquilo: ou isto ou aquilo . . .
e vivo escolhendo o dia inteiro!
Não sei se brinco, não sei se estudo,
se saio correndo ou fico tranqüilo.
Mas não consegui entender ainda
qual é melhor: se é isto ou aquilo.
(Cecília Meireles)
Terça-feira, 3 de Janeiro de 2006
** UM FELIZ E PRÓSPERO ANO NOVO PARA TODOS **

Olá amigos!!Faz tempo que não venho ver as coisas por aqui.O Natal foi muito bom...ganhei muitos presentes do Pai Natal e gostei muito de todos.Queria muito ter vindo ver as minhas visitinhas, mas minha mãe estava ocupada e não podia ficar comigo, para que eu pudesse visitar os boguinhos amigos.Estive uma semana de férias de Natal e ontem comecei nas aulas.Já recebi minhas notas do trimestre e recebi tudo excelente!Fiquei muito contente e minha mãe também.
Quero agradecer muito todas as pessoas que não deixaram de vir ao meu bloguinho, mesmo quando eu não podia vir ver os meus comentários e fazer visitas aos blogs.Minha mãe já leu todos para mim e agora vamos começar a retribuir as visitinhas.
Amiguinhos, vocês já se perderam da mãmã e do pápá alguma vez??Eu já!!Fartei-me de chorar e minha sorte foi o empregado do supermercado, ter me ajudado a encontrar a mãmã e o pápá, que entretanto estavam muito preocupados à minha procura.Este artigo que minha mãe vai colocar no post é muito interessante, se quiserem chamem os seus pais para lerem.Aí vai...
Estou perdido! Mais crescidas ou mais pequeninas, é normal que em algum momento da sua infância as crianças se percam.
É normal que as crianças, mais crescidas ou mais pequeninas, em algum momento da sua infância se percam. Geralmente, acontece quando alguma coisa lhes chama a atenção e param para a ver melhor enquanto os seus pais seguem o caminho, ou então quando se afastam para ver uma coisa tão maravilhosa que lhes prende a atenção, afastando-as dos seus papás.
Noutros tempos, estas situações teriam sido aceites com uma "certa" calma, pensando (para se auto convencerem) que acontece com todas as crianças, que é de esperar que aconteça, que "em algum lado estará", a olhar distraída para algo que lhe chamou a atenção.
No entanto, actualmente, devido às histórias que ouvimos (muitas delas macabras) a mesma experiência adquire para nós e também para as crianças outro significado.
Que um filho se perca desperta hoje pensamentos, imagens e sentimentos relacionados com o horror, porque surgem ligados a factos como o rapto, o desaparecimento e até morte.
Devido a isso, muitas das condutas que actualmente nos propomos seguir, noutros tempos seriam vistas como impróprias ou inclusivamente como "castradoras" da liberdade dos filhos.
Ainda que não seja agradável conversar desta classe de temas com as crianças, nesta altura das circunstâncias torna-se obrigatório fazê-lo, não para gerar pânico e despertar medo face ao mundo exterior, mas sim para prevenir situações que poderiam resultar dolorosas para todos.
Melhor prevenir...Actualmente, a insegurança é um dos aspectos em que mais vulneráveis nos sentimos. Gera-nos impotência e medo.
Assusta-nos imaginar como resolveríamos uma situação dessa índole. Para piorar, as crianças também estão imersas nesta nebulosa.
Não podemos deixar de pensar nas restrições que os papás são obrigados a impor aos seus filhos mais crescidos.
As reiteradas recomendações: "Tem cuidado", "Não fales com ninguém", "Não pares se te perguntarem alguma coisa", etc., dão a ideia das precauções que tomamos por medo a que algo terrível lhes (nos) suceda.
A convivência com este fantasma é um facto que não podemos negar. Apesar disso, é possível pensar, seja como for, nas maneiras de evitar expor-se a situações de risco.
Se bem que isto não nos liberte do medo, ajudará a que sintamos que mesmo dentro de um conceito tão confuso algo podemos controlar.
O que conta é a intenção Há alguns anos, apareceu à venda uma espécie de arnês que se colocava no corpo da criança, no qual estava segura uma correia cuja extremidade era levada pelo adulto.
Ao princípio, a reacção foi "a criança é levada por uma trela como se fosse um cão". E provavelmente essa é uma das primeiras sensações que espontaneamente desperta a imagem.
Mas utilizar este dispositivo na nossa realidade actual poderia gerar também outras sensações e pensamentos. Precisamente, alguns que nunca tivéssemos imaginado.
Embora ninguém goste de estar atado, o que conta aqui é a intenção que leva a tomar tal decisão. Contrariamente a impedir a liberdade de acção da criança, desta maneira estar-se-lhe-ia a permitir um andar livre e ao mesmo tempo cuidadoso.
E no presente contexto poderia constituir uma alternativa saudável, tanto para as crianças como para os adultos.
Depois te explico Quando chega a certa idade, a criança já está "treinada" no andar: anda sozinha, corre, vai, volta, cai e levanta-se sem ajuda. Inclusivamente, ir de mão dada parece quase inaceitável para um "senhor ou uma senhora" de quatro anos.
Nesta etapa o ideal é recorrer às palavras e combinar com a criança os cuidados que deverá ter quando anda pela rua. Ela não está alheia ao que se passa à sua volta e deve compreender que as indicações são para protegê-la.
Trata-se de estabelecer regras de acção concretas e claras, mediante um vocabulário que outorgue determinação à conduta a seguir.
Por exemplo, palavras como "jamais", "sempre", "nunca", têm um peso muito importante no momento de dar uma directiva.
Terá que dizer-lhe também que, quando está na rua e o adulto que a acompanha lhe dá uma indicação, ela deve obedecer-lhe sem hesitações.
Não é esse o melhor momento para perguntar porquê. Face a situações de surpresa, imprevisíveis, a reacção deve ser instantânea.
Obviamente, depois virão as explicações. Mas o que vamos fazer! Agora temos de agir ao contrário de como o fizemos sempre: primeiro actua-se e depois pergunta-se por quê e para quê.
É a "obediência imediata" da criança que permite ao adulto actuar rapidamente.
O que faço se me perco?Apesar da atenção permanente dos seus pais, uma criança pode chegar a perder-se, de maneira que é importante prepará-la para o caso de suceder alguma vez.
Certos lugares são mais propícios do que outros para que as crianças se percam. Geralmente, aqueles onde há muita gente e os espaços são de dimensões importantes.
A praia, os centros comerciais e os supermercados são os mais frequentes. Na hora de pensar em prevenção, além de conversar muito com as crianças para que tomem consciência do perigo que poderiam correr se se afastassem da mamã, do papá ou do adulto que as acompanha, também será preciso dar-lhe algumas instruções (ver quadro).
No entanto, estes cuidados só cumprirão o seu objectivo se forem comunicados de antemão para que a criança saiba como agir e, mesmo perdida, todos se estejam mobilizando na mesma direcção para poderem encontrar-se. De nada serviria "não dizer-lhe nada, para não a assustar".
Conter sem condenar Finalmente, não é demais recordar como devem reagir os papás quando, depois de se ter perdido, a criança se reencontra com eles.
Porque, quem é que ainda não presenciou um episódio agressivo quando uma mamã, num ataque de desespero, ralha e grita descontroladamente ao seu filho por ter-se perdido? A criança não se perde porque quer fazê-lo. "Algo" a distraiu e, sem dar por isso, perdeu de vista os seus pais.
Muita angústia deve ter sentido no momento de se encontrar sozinha, sem saber onde estava a sua mamã, sem entender como é possível que tenha desaparecido da sua vista, e sem ter ideia do que fazer para reencontrar-se com ela.
Não se trata de uma situação para condenar. Pelo contrário: o pequenino deve sentir-se assustado.
É preciso pôr em palavras tudo o que sentimos (porque não chorar, também, se é o que sentimos?), o nosso receio de que lhe tivesse acontecido algum mal (é a verdade!), e fundamentalmente induzi-lo a explicar por um lado o que aconteceu para que se perdesse e, por outro, tudo o que sentiu e imaginou enquanto estava perdido.
Desta forma, é possível conversar juntos acerca de como se poderia ter actuado para evitar a situação e ajudá-lo a afastar os fantasmas que surgiram na sua mente no momento de se sentir desamparado.
Perder um filho é uma situação desesperante. Para a criança não o é menos. A prevenção é o melhor caminho para evitar este tipo de vivências. Educar para a prevenção não é despertar receios mas apenas munir-se de ferramentas para poder enfrentá-los. E o momento de começar é agora.
Instruções para crianças perdidas
Se uma pessoa desconhecida a agarra ou tenta fazê-lo, para proteger o seu corpo e a sua própria vida a criança pode e deve gritar, dar pontapés, morder, arranhar. Embora estas indicações atentem contra as "boas maneiras", a criança deve aprender que quando a sua vida está em perigo tudo o que faça para se salvar é correcto. Se a criança se perde na rua, deve manter-se calma e pedir ajuda. Mas é importante que procure ajuda num estabelecimento. Aí, encontrar-se-á num sítio definido e próximo do lugar onde se perdeu e é provável que os seus papás cheguem mais depressa, procurando-a por ali. Além disso, torna-se mais seguro do que recorrer a uma pessoa que caminha casualmente pela rua.
-Se a criança se perde num centro comercial, a situação é semelhante. No próprio local, poderão acelerar o encontro com os pais através do serviço de segurança do estabelecimento.
-Quando a criança se perde na praia, os lugares mais seguros são os balneários, um restaurante próximo ou o mastro da bandeira que indica o estado do mar, uma vez que está localizado nas proximidades do nadador-salvador, pessoa de confiança a quem também pode recorrer.
Se suspeita que o seu filho está perdido:
Chame os amigos e colegas do colégio para averiguar quando o viram pela última vez e que informações podem fornecer.
Chame todos os familiares para contar-lhes o que está a acontecer e averiguar se têm alguma informação.
Faça uma participação na esquadra de polícia mais próxima:
Se se negarem a aceitá-la com a desculpa de que é preciso esperar 24 ou 48 horas, diga que sabe que o seu filho está em "situação de risco" e insista que a aceitem.
Solicite uma cópia da participação.
Pergunte na esquadra que Tribunal de Menores lhe corresponde, o nome do juiz ou do secretário, e o domicílio da dependência.
Vá ao tribunal e, embora a causa ainda não tenha chegado da polícia, solicite realizar a exposição do caso denunciado. Dê todos os detalhes e leve uma fotografia da criança o mais actual possível.
Em todos os casos recomenda-se dirigir-se o mais depressa possível a uma esquadra da polícia.
Medidas de prevenção
Bebés e crianças pequenas
Não permita que nenhum estranho agarre no seu bebé na rua. Não importa se elogia o bebé e pede autorização para acariciá-lo. Dizer "não" é sempre o melhor para afastar o perigo.
Quando passeia o bebé no carrinho, coloque-o de maneira que o possa ver permanentemente de frente. Não é aconselhável circular com o bebé a olhar para a frente porque facilita a função dos raptores.
Num jardim, não se distraia a falar com outras pessoas enquanto o bebé brinca. Esteja sempre atenta e não o perca de vista.
Não borde o nome do pequenito na sua roupa, já que pessoas estranhas podem chamá-lo pelo seu nome e fazer-lhe crer que são conhecidas.
Face a uma situação confusa, o melhor é agarrar no bebé e afastar-se do lugar imediatamente. Se não for possível, a saída mais aconselhável é gritar para exigir a presença da polícia.
É muito importante denunciar todos os factos que acontecem. Não importa se o roubo não se concretizou. Alertar a polícia é necessário para apanhar os delinquentes e evitar outras situações similares.
Crianças e adolescentes
Obtenha referências sobre as pessoas que cuidam do seu filho enquanto trabalha ou enquanto está ausente. É importante que tanto o seu filho como você sejam cuidadosos e estejam atentos, mas que não tenham medo. Ensine ao seu filho que ninguém deverá aproximar-se dele ou tocá-lo de uma maneira que o faça sentir-se incomodado. E se isto acontece, deve contar-lho imediatamente.
Ensine ao seu filho que nunca entre para nenhum automóvel nem vá com nenhuma pessoa a menos que você lhe tenha dado autorização.
Combine uma palavra-chave secreta e fácil com o seu filho. No caso de alguém se aproximar dele para lhe dizer que você não pode ir buscá-lo e que deve ir com ele, deveria conhecer a palavra-chave para que a criança tenha a certeza de que você o autorizou. Se não a sabe, o seu filho deve afastar-se o mais depressa possível e avisar a professora ou um segurança.
Explique-lhe que não deixe que lhe tirem fotografias sem autorização dos seus pais.
Tenha uma comunicação efectiva com o seu filho. É importante que a criança se sinta à vontade para falar sobre questões sensíveis e contar as experiências que tenha vivido. Permita-lhe falar livremente sobre o que ela gosta ou do que não gosta, sobre os seus amigos e sentimentos.
Saiba onde o seu filho se encontra em todo o momento. Conheça os seus amigos e as suas actividades quotidianas.
Esteja atenta às alterações de comportamento do seu filho. Constituem um sinal de que devem sentar-se e conversar acerca daquilo que os motivou.
Fonte:http://bebe.sapo.pt/Xz661/530740.html
Terça-feira, 20 de Dezembro de 2005
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O Natal.O Natal surge como o aniversário do nascimento de Jesus Cristo, Filho de Deus, sendo actualmente uma das festas católicas mais importantes.
Inicialmente, a Igreja Católica não comemorava o Natal. Foi em meados do século IV d.C. que se começou a festejar o nascimento do Menino Jesus, tendo o Papa Júlio I fixado a data no dia 25 de Dezembro, já que se desconhece a verdadeira data do Seu nascimento.
Uma das explicações para a escolha do dia 25 de Dezembro como sendo o dia de Natal prende-se como facto de esta data coincidir com a Saturnália dos romanos e com as festas germânicas e célticas do Solstício de Inverno, sendo todas estas festividades pagãs, a Igreja viu aqui uma oportunidade de cristianizar a data, colocando em segundo plano a sua conotação pagã. Algumas zonas optaram por festejar o acontecimento em 6 de Janeiro, contudo, gradualmente esta data foi sendo associada à chegada dos Reis Magos e não ao nascimento de Jesus Cristo.
O Natal é, assim, dedicado pelos cristãos a Cristo, que é o verdadeiro Sol de Justiça (Mateus 17,2; Apocalipse 1,16), e transformou-se numa das festividades centrais da Igreja, equiparada desde cedo à Páscoa.
Apesar de ser uma festa cristã, o Natal, com o passar do tempo, converteu-se numa festa familiar com tradições pagãs, em parte germânicas e em parte romanas.
Sob influência franciscana, espalhou-se, a partir de 1233, o costume de, em toda a cristandade, se construírem presépios, já que estes reconstituíam a cena do nascimento de Jesus. A árvore de Natal surge no século XVI, sendo enfeitada com luzes símbolo de Cristo, Luz do Mundo. Uma outra tradição de Natal é a troca de presentes, que são dados pelo Pai Natal ou pelo Menino Jesus, dependendo da tradição de cada país.
Apesar de todas estas tradições serem importantes (o Natal já nem pareceria Natal se não as cumpríssemos), a verdade é que não nos podemos esquecer que o verdadeiro significado de Natal prende-se com o nascimento de Cristo, que veio ao Mundo com um único propósito: o de justificar os nossos pecados através da sua própria morte. Nesses tempos, sempre que alguém pecava e desejava obter o perdão divino, oferecia um cordeiro em forma de sacrifício. Então, Deus enviou Jesus Cristo que, como um cordeiro sem pecados, veio ao mundo para limpar os pecados de toda a Humanidade através da Sua morte, para que um dia possamos alcançar a vida eterna, por intermédio Dele, Cristo, Filho de Deus.
Assim, não se esqueçam que o Natal não se resume a bonitas decorações e a presentes, pois a sua essência é o festejo do nascimento Daquele que deu a Sua vida por nós, Jesus Cristo.
Natal em Portugal.O Natal é, sem dúvida, uma das celebrações mais complexas do calendário português, no qual se observam elementos de cultos solsticiais e dos mortos, cerimónias da liturgia cristã comemorativas do nascimento de Jesus Cristo, entre outros.
Actualmente, devido a uma crescente globalização, o Natal português começa a ser influenciado por outras culturas, sobretudo através dos filmes americanos, um dos factos que comprova este tendência é a substituição do Menino Jesus pelo Pai Natal na entrega dos presentes; os tradicionais presépios, que representam o nascimento de Cristo (e que constituem um dos motivos mais notórios da estatuária popular portuguesa) têm agora de coexistir com a árvore de Natal, de origem certamente germânica. Contudo, isto não quer dizer que as tradições natalícias portuguesas desapareceram!
No dia 24 Dezembro, véspera de Natal, à noite, em certas partes do país (especialmente no norte) tem lugar a ceia de Natal (chamada de consoada), nesta serve-se bacalhau cozido e a doçaria cerimonial (rabanadas, sonhos, mexidos, etc.). Ainda no dia 24, no final da ceia, há a missa do galo à meia-noite, embora actualmente esta missa esteja a cair em desuso.
No próprio dia 25, há um jantar melhorado com carnes diversas, em algumas zonas do país no almoço do dia 25 é servida a tradicional roupa-velha, feita com os restos da consoada do dia anterior.
Um costume já quase esquecido é o de durante a ceia do dia 24 evocar-se os mortos, com o seu lugar à mesa, fazendo-se uma duplicação da ceia para eles numa outra sala.
Em certas zonas queima-se cepo do Natal, particular (nos lares), ou público (nos adros), à volta do qual se cantam canções tradicionais portuguesas.
O Natal é uma ocasião de ofertas e presentes cerimoniais: as consoadas.
Árvore de Natal em Portugal.Como o uso da árvore de Natal tem origem pagã, este predomina nos países nórdicos e no mundo anglo-saxónico. Nos países católicos, como Portugal, a tradição da árvore de Natal foi surgindo pouco a pouco ao lado dos já tradicionais presépios.
Contudo, em Portugal, a aceitação da Árvore de Natal é recente quando comparada com os restantes países. Assim, entre nós, o presépio foi durante muito tempo a única decoração de Natal.
Até aos anos 50, a Árvore de Natal era até algo mal visto nas cidades e nos campos era pura e simplesmente ignorada. Contudo, hoje em dia, a Árvore de Natal já faz parte da tradição natalícia portuguesa e já todos se renderam aos Pinheirinhos de Natal!
Fonte:
http://natalnatal.no.sapo.pt
Quarta-feira, 7 de Dezembro de 2005
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Sabias que, como criança, tens direitos?
Em 1959 a ONU (Organização das Nações Unidas) escreveu e aprovou a "Declaração dos Direitos da Criança".
Esta declaração é composta por 10 artigos, muito simples, que dizem respeitos ao que podes fazer e ao que as pessoas responsáveis por ti devem fazer para que sejas feliz, saudável e te sintas seguro.
(É claro que tu também tens responsabilidades para com as outras crianças e para com os adultos para que também eles gozem dos seus direitos.)
Vamos conhecer os 10 princípios da "Declaração..."?
Princípio 1º
Toda criança será beneficiada por estes direitos, sem nenhuma discriminação de raça, cor, sexo, língua, religião, país de origem, classe social ou situação económica. Toda e qualquer criança do mundo deve ter seus direitos respeitados!
Princípio 2º
Todas as crianças têm direito a protecção especial e a todas as facilidades e oportunidades para se desenvolver plenamente, com liberdade e dignidade. As leis deverão ter em conta os melhores interesses da criança.
Princípio 3º
Desde o dia em que nasce, toda a criança tem direito a um nome e uma nacionalidade, ou seja, ser cidadão de um país.
Princípio 4º
As crianças têm direito a crescer e criar-se com saúde. Para isso, as futuras mães também têm direito a cuidados especiais, para que seus filhos possam nascer saudáveis. Todas as crianças têm também direito a alimentação, habitação, recreação e assistência médica.
Princípio 5º
Crianças com deficiência física ou mental devem receber educação e cuidados especiais exigidos pela sua condição particular. Porque elas merecem respeito como qualquer criança.
Princípio 6º
Toda a criança deve crescer num ambiente de amor, segurança e compreensão. As crianças devem ser criadas sob o cuidado dos pais, e as mais pequenas jamais deverão separar-se da mãe, a menos que seja necessário (para bem da criança). O governo e a sociedade têm a obrigação de fornecer cuidados especiais para as crianças que não têm família nem dinheiro para viver decentemente.
Princípio 7º
Toda a criança tem direito a receber educação primária gratuita, e também de qualidade, para que possa ter oportunidades iguais para desenvolver as suas habilidades.
E como brincar também é uma boa maneira de aprender, as crianças também têm todo o direito de brincar e de se divertir!
Princípio 8º
Seja numa emergência ou acidente, ou em qualquer outro caso, a criança deverá ser a primeira a receber protecção e socorro dos adultos.
Princípio 9º
Nenhuma criança deverá sofrer por negligência (maus cuidados ou falta deles) dos responsáveis ou do governo, nem por crueldade e exploração. Não será nunca objecto de tráfico (tirada dos pais e vendida e comprada por outras pessoas).
Nenhuma criança deverá trabalhar antes da idade mínima, nem deverá ser obrigada a fazer actividades que prejudiquem sua saúde, educação e desenvolvimento.
Princípio 10º
A criança deverá ser protegida contra qualquer tipo de preconceito, seja de raça, religião ou posição social. Toda criança deverá crescer num ambiente de compreensão, tolerância e amizade, de paz e de fraternidade universal.
Se tudo isto for cumprido, no futuro as crianças poderão viver em sociedade como bons adultos e contribuir para que outras crianças também vivam felizes!
FONTE:
http://www.junior.te.pt
Thomas Edison
Thomas Edison nasceu em Ohio, nos EUA, em Fevereiro de 1847. Foi um cientista e famoso inventor americano que registou mais de 1000 patentes!
Sabias que era um autodidacta? Ou seja, uma pessoa que aprende as coisas sozinho, sem a ajuda de um professor (muitas das vezes nem sequer andam na escola, mas aprendem muita coisa e são muito inteligentes).
Os seus interesses, ao contrário dos das outras crianças, centravam-se especialmente nos campos da Física e da Química.
Aos 19 anos, numa época em que estava a trabalhar como operador telegráfico, registou a sua primeira patente: um registador eléctrico de votos. O votante só tinha que carregar num botão (a dizer sim ou não) e a máquina registava tudo.
Em 1868, Edison já era um inventor a tempo inteiro. Inventou uma registadora de títulos (máquina que imprime os preços da bolsa numa fita contínua de papel) e com os lucros fundou, em 1869, um laboratório de investigação industrial em Nova Jersey. Tinha mais de 300 funcionários a trabalhar para ele!
Foi em Nova Jersey que Edison conheceu Mary Stillwell, casando-se com ela em 1871. Sabias que os seus filhos tinham alcunhas relacionadas com o código Morse?
A filha era Dot (ponto) e o filho era Dash (traço). Parece que nunca recuperou da sua fase de telegrafista...
Logo no ano seguinte desenvolveu com sucesso o fonógrafo (uma espécie de gira-discos a manivela) e o transmissor de carbono para telefones.
O fonógrafo era a descoberta preferida de Thomas Edison, que lhe chamava "máquina de falar" e gastou milhões no seu desenvolvimento.
Sabias que Thomas Edison usou a música "Mary Had a Little Lamb" para testar o novo invento? Por isso foi a primeira música alguma vez gravada e reproduzida!
É engraçado que os seus dois inventos mais conhecidos tenham a ver com o som. É que Thomas Edison era um bocadinho surdo.
Em 1879, Edison obteve um grande êxito ao projectar uma lâmpada eléctrica. Era uma forma barata e de pequenas dimensões de se utilizar a electricidade para se produzir luz.
Antes disso só era usada luz a gás tanto nas casas das pessoas como nas ruas (o que era um pouco perigoso por causa dos incêndios).
Thomas Edison tinha mais de 100 pessoas a trabalhar em interruptores, lanternas, isolantes e outras coisas relacionadas com a lâmpada. Ao fim de três anos, em 1882, colocou em operação a primeira estação comercial de luz eléctrica.
Já no início do século XX Thomas Edison conseguiu construir, com sucesso, um projector de filmes ligado a um fonógrafo: foi uma das primeiras versões do "cinema falado".
Sabias que o cabelo de Thomas Edison se tornou completamente branco quando ele tinha apenas 23 anos?
Thomas Edison morreu a 18 de Outubro de 1931 e foi enterrado em Orange, New Jersey. Em 1960 foi eleito para a "Galeria da Fama dos Grandes Americanos" na Universidade de Nova Iorque.
Sobre o trabalho e a genialidade, Thomas Edison disse o seguinte: "Génio é 2% inspiração e 98% transpiração".
FONTE:
http://www.junior.te.pt/
Domingo, 27 de Novembro de 2005
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Olá amiguinhos!!Pois é, e amanhã a luta continua não é mesmo??Dia de escola, heca!! Dia de acordar cedo heca!! E de se deitar cedo heca!!Mas na Quarta feira vou à escola agrícula em uma visita de estudo, lá tem muitos animais e eu adoro.Vou me divertir!!Minha mãe é que como sempre, detesta as visitas de estudo, está sempre com medo que aconteça alguma coisa...
Pensei que já tinha férias de Natal mas minha mãe disse que ainda falta.Que chatice!!
Quero mandar muitos beijinhos à Tia Debbie e ao Tigrão pelo destaque, fiquei muito contente.Beijinhos para vocês.

Pedi à minha mãe para colocar aqui alguma coisa para ajudar as pessoas, então ela descobriu a campanha alimentar de natal, por isso não esqueçam de ajudar as pessoas mais pobrezinhas, é muito importante saber "partilhar".Eu aprendi o que é partilhar, quando ainda estava na creche e nunca mais esqueci.
Campanha alimentar de Natal 
Esta campanha consiste no seguinte:
1. abertura de um espaço temporário nas instalações (Supernatal )
2. reunir 24 produtos essenciais para a Ceia de Natal com cerca de 300 pessoas (60 toneladas de alimentos )
3.distribuídos a famílias sem recursos ( mais de 1500 famílias)
Distribuição:
será de forma gratuita
durante os dias 17, 18, 19, 20, 21, do mês de Dezembro entre as 10 e as 24 horas
Esclarecimentos:
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Coração da Cidade: Rua Antero de Quental | Porto
Telefones: 22 502 5555 | 22 502 1111 | 91 4715793 - Fax: 22 5027788
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Objectivos da campanha:
ajudar o maior número de famílias possível
optimizar os recursos existentes
alertar o maior número de empresas para os excedentes alimentares em canalização correcta
envolver o maior número de jovens nesta tarefa solidária
promover a solidariedade a todos os níveis num voluntariado em acção permanente.
Prevemos que depois da abertura da campanha o número de famílias suba assustadoramente, devido à situação económica e social que o país atravessa, pelo que se pede a colaboração intensa de todos os que se propõem a abraçar esta iniciativa.
O Coração da Cidade é um espaço fundamental no campo da solidariedade:
Existe desde 1996
Abraça na sua acção toda a área metropolitana do Porto.
Trabalha com recursos próprios.
Não tem apoios governamentais.
Recebe diariamente, sem restrições, seres humanos enviados pela Segurança Social, para obtenção de apoio alimentar, medicamentoso e outros.
Actualmente tem a seu cargo mais de 3500 pessoas, a quem socorre.
Os recursos humanos são exclusivamente voluntários.
Tem métodos de trabalho mais práticos e modernos, sem caracter assistencialista.
Pugna pela prevenção.
Não tem linguagem miserabilista.
Prospera num ambiente humano em todos os aspectos.
Articula com outras instituições a nível educacional, recebendo mensalmente estagiários de várias faculdades.
Luta ardua.
FONTE:
http://mulher.sapo.pt/XtA2/623487.html